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Goldman Sachs: Muy Amiga

terça-feira, 11 novembro 20082 Comentários

Quem não acredita em Papai Noel mas ainda duvida da necessidade de reformar as regras do jogo financeiro americano, deve prestar atencão às ações do banco de investimentos que era dirigido pelo atual Secretário do Tesouro, Henry Paulson. A Goldman Sachs cobrou milhões de dólares da California para ajudar a vender bônus do estado enquanto aconselhava seus maiores clientes investidores a apostar contra os mesmos bônus.

O Los Angeles Times desta terça-feira revela que a Goldman Sachs não informou o o Secretário do Tesouro da California sobre a estratégia das short bets que poderia baixar o preço dos bônus, criando uma crise de confiança e um aumento do custo de empréstimos para o estado.

A história causa indignação epecial ao contribuinte californiano nesta época de aperto de crédito e deficit. O Governador Arnold Schwarzenegger alertou que as reservas do estado podem secar até fevereiro.

A Goldman Sachs fez algo ilegal? Não. Agiu de maneira ética? É preciso sugerir a resposta?
A Goldman Sachs e a Morgan Stanley foram as duas únicas grandes corretoras que se salvaram na primeira onda do tsunami de Wall street em setembro e tiveram permissão do governo para se tornar bancos comerciais.

Leia a reportagem completa que foi produzida em parceria do L.A.Times com a ProPublica uma organização sem fins lucativos dedicada à reportagem investigativa e ao interesse público. O editor-chefe da ProPublica é Paul Steiger, que até maio de 2007 era o Managing Editor do Wall Street Journal.

2 Comments »

  • m. lucia disse:

    Oi Lucia
    Parabéns pelo blog. Muito interessantes seus comentários - só conhecia o seu lado cultura, via Manhattan Connection.

  • Ferdinando disse:

    M. Lucia tem toda razão, Lucia. Nunca entendi por que você, no Manhattan Connection, deixava a política, a economia e o comportamento sob a juridisção exclusiva daqueles três marmanjos. A propósito, aquilo continua um clube do bolinha ou puseram outra mulher no seu lugar? Pergunto isso porque nunca mais assisti ao programa; e porque perguntar não ofende.
    Parabéns e vida longa pra sua revista eletrônica.

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